Kathlenn é mulher, é menina;
Alma pura e feminina,
Traz o tempero puro de felina,
Habita no interior da nossa retina,
Linda como a manhã que descortina
Envolve nossos sonhos como serpentina,
No seu olhar, vemos beleza cristalina,
No seu sorriso, meu sonho desafina.
sábado, 28 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
À DISTÂNCIA
Tenho saudade do beijo que não dei,
Vontade da vontade que não provoquei,
Enlaço do abraço que não recebi,
Saliva quente do beijo que não senti,
Desejo do desejo que não controlei,
Loucuras das loucuras que não sei,
Saudade da cama que não deitamos
Daquele amor que apenas sonhamos,
Quero os toques que não me destes,
Quero ver-te desnuda das próprias vestes,
Passear pelo teu corpo com viajante,
Acariciar os teus seios de amante,
Silenciar minhas palavras na tua boca
E liberar minha libido mais louca.
Vontade da vontade que não provoquei,
Enlaço do abraço que não recebi,
Saliva quente do beijo que não senti,
Desejo do desejo que não controlei,
Loucuras das loucuras que não sei,
Saudade da cama que não deitamos
Daquele amor que apenas sonhamos,
Quero os toques que não me destes,
Quero ver-te desnuda das próprias vestes,
Passear pelo teu corpo com viajante,
Acariciar os teus seios de amante,
Silenciar minhas palavras na tua boca
E liberar minha libido mais louca.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
TUA FLORESTA
No meu sonho, você é uma floresta,
Onde eu exploro e faço minha festa,
Aventuro-me nas tuas matas
Para me banhar nas tuas cascatas,
É um grande desafio
Matar minha sede no teu rio,
Não preciso usar lanternas
Para explorar tuas cavernas,
Nos teus vales mais escondidos,
Eu nunca me vejo perdido,
Desço tuas serras e subo teus montes
Para me perder nos teus horizontes.
Floresta onde mato sede e fome,
Onde todo o meu carinho te consome.
Onde eu exploro e faço minha festa,
Aventuro-me nas tuas matas
Para me banhar nas tuas cascatas,
É um grande desafio
Matar minha sede no teu rio,
Não preciso usar lanternas
Para explorar tuas cavernas,
Nos teus vales mais escondidos,
Eu nunca me vejo perdido,
Desço tuas serras e subo teus montes
Para me perder nos teus horizontes.
Floresta onde mato sede e fome,
Onde todo o meu carinho te consome.
terça-feira, 2 de julho de 2013
HOMEM
Para ser homem não preciso ser:
Alto ou baixo, gordo ou magro,
Belo ou feio, branco ou negro,
Rico ou pobre, sábio ou ignorante,
Casado ou solteiro, calmo ou agitado,
Para ser homem eu só preciso
Ter palavra e mantê-la.
Alto ou baixo, gordo ou magro,
Belo ou feio, branco ou negro,
Rico ou pobre, sábio ou ignorante,
Casado ou solteiro, calmo ou agitado,
Para ser homem eu só preciso
Ter palavra e mantê-la.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Sabores do Glacê
Imagino a Glauce no Glacê,
Coisa linda de se ver,
Sabores de um bom gourmet
Que ao palato dá prazer,
Curva a curva umedecer;
Seu ventre num suave balance,
Vai e vem para me entorpecer,
Dentro e fora do seu anoitecer,
Numa chuva fria de estremecer
Da cabeça aos pés que inunda o ser.
Seu verso vai me oferecer,
Pois verso e reverso vamos escrever,
Sensações estranhas vão nos entorpecer
E ainda tenho nas mãos a escorrer
A imaginação da Glauce no glacê.
Coisa linda de se ver,
Sabores de um bom gourmet
Que ao palato dá prazer,
Curva a curva umedecer;
Seu ventre num suave balance,
Vai e vem para me entorpecer,
Dentro e fora do seu anoitecer,
Numa chuva fria de estremecer
Da cabeça aos pés que inunda o ser.
Seu verso vai me oferecer,
Pois verso e reverso vamos escrever,
Sensações estranhas vão nos entorpecer
E ainda tenho nas mãos a escorrer
A imaginação da Glauce no glacê.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Humanos desumanos
Humano predador de humano,
Desumanos com todos os direitos humanos,
Se for menor de idade, não tem "juízo",
Por isso não é levado a juízo.
A lei é uma espada já sem gumes
Que mantém os menores impunes,
Feras soltas nas cidades,
Escudados pela tal impunidade
Que lhes outorga o poder de morte,
Relegando o povo a própria sorte,
Recuperação que não recupera,
Alimentam ainda mais estas feras
Que a vida não lhes vale um vintém
Até "na hora da nossa morte, amém!"
Desumanos com todos os direitos humanos,
Se for menor de idade, não tem "juízo",
Por isso não é levado a juízo.
A lei é uma espada já sem gumes
Que mantém os menores impunes,
Feras soltas nas cidades,
Escudados pela tal impunidade
Que lhes outorga o poder de morte,
Relegando o povo a própria sorte,
Recuperação que não recupera,
Alimentam ainda mais estas feras
Que a vida não lhes vale um vintém
Até "na hora da nossa morte, amém!"
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Trabalho
Não é vaidade, é uma homenagem a todos os professores que, de forma anônima, constroem a educação paulista. A vocês, meu abraço fraterno e minha homenagem.
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